Eu

Paulista, nascido em janeiro de 1968, fui batizado Almir de Freitas Miranda, mas o espaço exíguo para assinaturas nas matérias de jornal e o inevitável cacófato AlmirAnda me levaram a abrir mão do legítimo nome de padeiro, mantendo apenas o prenome e o do meio na profissão de jornalista. É com eles que venho assinando meus textos — atualmente, ele está no expediente da revista Lola Magazine. Antes disso, figurou por dez anos na revista de cultura BRAVO!, com uma breve passagem pela revista Primeira Leitura, entre 2004 e 2005 – a maioria dos textos presentes no site que acompanha este blog data dessa época. Antes ainda, em tempos cada vez mais longínquos, o nome que dá endereço a este site já esteve em monografias do curso de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e nos expedientes de jornais como Diário do Grande ABC, onde, nos anos 90, fiz um bocado de coisa, e Folha de S.Paulo, lotado na Agência Folha.

16 comentários

  1. Oi Almir,

    Gostaria de te enviar um release sobre o lançamento do próximo livro da Editora REX Livros, que acho que pode ser interessante para seu blog.

    Por favor, teria um e-mail de contato?

    Obrigada,
    Karen

    Sobre a REX Livros:

    Desde 2007, acreditando existir uma lacuna na produção editorial brasileira voltada ao design, os idealizadores da agência REX Design — uma das mais premiadas e reconhecidas do país —, Gustavo Piqueira e Marco Aurélio Kato, criaram a REX Livros.
    A proposta da editora é publicar livros curtos, que aliam apuro gráfico a um preço acessível, discutindo de forma leve, porém consistente, o universo visual dos nossos tempos. Mais do que uma empreitada comercial ou um veículo de autopromoção do estúdio, a ideia da REX Livros é discutir a cultura visual atual num formato livre, tanto em relação às abordagens temáticas quanto ao tipo de narrativa.
    A editora conta com três livros publicados: “São Paulo, Cidade Limpa”, “Eu Odeio livros” e a “Enciclopédia Ilustrada REX Design”, com o portfolio da agência.

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  2. Querido, adorei isto:
    “Contam que Ulisses, farto de prodígios,
    chorou de amor ao divisar sua Ítaca
    verde e humilde. A arte é essa Ítaca
    de verde eternidade, não prodígios.”
    Beijos,
    Sil

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  3. momento bom esse de descoberta. saí passeando por algumas
    páginas até chegar aqui. adoro encontrar o que me inspira a ler e
    escrever mais. vou conhecendo melhor . absorvendo… para só depois
    me sentir apta a soltar impressões. voltarei sempre. até
    logo.

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  4. Sobre a resenha de Austerlitz, do Sebald, bem escrita, bem observada, mas a obra não possui mais de 400 páginas – não possui nem mais de 300 páginas, nem sequer 300 páginas…

    Na minha percepção o seu site forma um paralelo com a obra de Roberto Bolaño, ao ler eu tenho vontade de escrever, de imitar, de viver essas coisas…

    Parabéns.

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    • Oi, Kléber. Obrigado pela leitura e pelo inigualável elogio. Sobre o número de páginas, você tem razão. Na época, eu dispunha apenas da prova, não diagramada, da Companhia das Letras — ou seja, não sabia com quantas páginas sairia. Minha base para o número foram as edições inglesa e alemã, que tinham, têm, mais de 400. Um abraço, obrigado

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  5. Olá, Almir, gosto muito do seu blog e acho que é um belo gerador de conteúdo, você demonstra muito bem e aborda de uma forma muito legal como já disseram anteriormente o mundo artístico.

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