11 Replies to “Calvin, Haroldo e a consciência do fim”

  1. Bom seria se toda essa serenidade, e ingenuidade, nos acompanhasse, se assim permitíssemos, nos momentos difíceis sempre…
    Outro dia, lendo um artigo da revista Vida Simples, de Eugenio Mussak, a morte foi colocada como um fato presente no cotidiano, ou seja, vivemos separações, fins de ciclos, escolhas, com a pergunta se não deveríamos estar acostumados… Sim, esta é a resposta racional, afinal é a unica certeza absoluta que temos na vida, mas é difícil, pois a perda que a morte nos traz não tem resposta direta e não somos tão racionais como dizem… Enquanto sustentarmos uma postura imediatista diante da vida sofreremos com a morte… Sábios Calvin e Haroldo!!!

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