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Sem querer teorizar demais, eu diria que temos, pela ordem, a questão existencial expressa 1) com a ingenuidade sábia das crianças; 2) com o sarcasmo típico de quem não participa (ou não participa ainda) do mundo como ele é; e 3) com o cinismo típico dos personagens mais simpáticos das tiras.

Mais que isso vira paper de semiótica.

(Publicado em 16/6/2009)