Bill Waterson confessou mais tarde que achava esta umas das tiras mais estranhas que já tinha desenhado, e que ele mesmo não a entendia muito bem. Mas achava engraçada, que é o que importa.
Para a versão em português do monólogo de Hamlet (clique na imagem para ampliar), usei uma tradução já antiga, de 1969, assinada por F. Carlos de Almeida Cunha Medeiros e Oscar Mendes. Ah, sim, e para quem não faz a mínima ideia de quem é Morris Albert, basta dar uma olhada no verbete da Wikipedia. A música do brasileiro segue abaixo. Ouça, se quiser, por sua própria conta e risco.