767 posts do blog original · página 3 de 13
Recém-lançado pela Penguin, o aplicativo Poems by Heart, para iPad e iPhone, foi feito para quem quer memorizar poemas em língua inglesa – vem com dois de graça, um facinho (Eterni
A animação é do estúdio brasileiro , baseado no poema de Pablo Neruda abaixo. Dá até um arrepio ler esse texto no dia seguinte à exumação do corpo do poeta. > Chamo-me pássaro Pab
Velho conhecido deste blog (ver, (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=11471) e (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=10888)), Christophe Gowans () agora imaginou álbuns cl
francês no escuro, o fotógrafo Julien Mauve é o autor das fotos acima, pertencentes à série After Lights Off. Clique em "FS" para ampliar. ]
Uma volta a 2008 para ver este filminho de David Coquard-Dassault. A música é de Christophe Héral.
Segundo dizem, a Namíbia tem uma das noites mais escuras do mundo, daí que rendam imagens espetaculares como a do timelapse acima – tá circulando faz um tempo pela web, mas vale o
Os designers seguem se esbaldando com as capas clássicas da Penguin para fazer seus mashups – vide exemplos (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=11652) e (http://www.almirdefr
O leitor me avisa que existe no Brasil uma página no Facebook que publica poeminhas feitos com lombadas de livros – exatamente como faz a artista Nina Katchadourian, tema do (http
Sem querer ser agourento, o dia supracitado é hoje — César não deu ouvidos ao vidente cego e, como se sabe, se deu mal. Para compensar este aspecto sinistro (este blog precisa faze
Na série , a artista americana Nina Katchadourian fez "poesias" juntado títulos de livros, usando suas próprias lombadas, empilhadas ou alinhadas em pé. Desde 1993, já compôs mais
Mais um projeto-conceito: os estudantes Max Pilwat, Keri Tan and Ferdi Rodriguez, da Miami Ad School, bolaram a campanha The Underground Library, com o objetivo de fazer o nova-ior
A jovem designer gráfica texana bolou essa ótima capa-conceito para Fahrenheit 451, de Ray Bradbury: o exemplar vem com um fósforo embutido na capa, uma superfície na lombada para
Fazia tempo que um vídeo da não aparecia por estas bandas (ver (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=5367), (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=5501) e (http://www.almir
Parece um livro, mas na verdade serve para você ler um, entre outras coisas. Bolada pelo arquiteto e designer Max Gunawan, a é uma luminária de leds alimentada a baterias recarreg
Eu sigo achando genial a combinação. A primeira parte, (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=12948). Clique na imagem para ampliar.
Grant Snider, meu (http://myjetpack.tumblr.com/) cartunista de assuntos literários favorito. Mais, (http://www.incidentalcomics.com/).
Para quem ainda não viu: o americano (mais conhecido como no Reddit) está tocando essa série de wallpapers – uma ideia simples de tudo, mas que está fazendo um sucesso danado. Pu
Moby Dick sempre rende. Projetinho do programador , Whale Words é um sistema de busca que apresenta em um gráfico a frequência das palavras usadas por Herman Melville ao longo do r
Legofanático nerd, especialista em filminhos que recriam cenas de livros e filmes como Harry Potter, Batman, Guerra nas Estrelas etc. com as pecinhas, o garoto tcheco fez sua próp
Mais um da série de romances com começos que são uma pancada. O trecho abaixo é o primeiro parágrafo de As Virgens Suicidas, de Jeffrey Eugenides, que acaba de ganhar uma nova trad
Estudante de design gráfico, o italiano Valentino Borghesi bolou essa série de capas ensebadas para uma hipotética série de livros de Charles Bukowski – e a sujidade continua nas p
O russo radicado em São Francisco é um dos ilustradores mais legais da praça – colabora com revistas e jornais, desenha quadrinhos, publica livros e alimenta um (http://bluebed.tu
As imagens são do artista chinês Liu Bolin, um velho conhecido nosso que consegue esse efeito de camuflagem sem usar nenhum recurso digital. É tinta na roupa mesmo. Para quem for v
Na seção tranqueiras do blog, essas canecas coloridas da coleção Literary Transport, da , emulam os displays dos ônibus londrinos: trazem o título do livro (no lugar do destino), o
Um videozinho para retomar os trabalhos neste 2013. Quem assina é designer gráfico e artista colombiano .
O autor dessa beleza, o espanhol , mostra a série de (http://www.etereaestudios.com/docshtml/nbynhtm/aboutindex.htm) por trás das animações: Fibonacci, Golden Ratio, Delaunay, Voro
Os cinco vídeos da galeria abaixo foram obra de — uma bela duma ideia. Vale dar uma olhadinha em todos, porque são usadas animações diferentes. Além, é claro, de poder ouvir Miles
http://soundcloud.com/benthamite/sets/jorge-luis-borges-por-el-mismo Vira e mexe este blog volta a alguns assuntos e autores, Jorge Luis Borges entre eles, como (com alguma pretens
Para os fãs de Alice no País das Maravilhas, um stop-motion simpático do russo Constantine Konovalov, aka Константин Коновалов. (Publicado em 19/08/2011)
O escritor inglês Ford Madox Ford dizia que a página 99 era capaz de revelar a qualidade de um romance como um todo. Quem quisesse comprar um livro, que fosse lá, antes de tudo. Um
O design é de , e estão à venda por 25 libras, cada um. No site tem outros cartazes incríveis. (Publicado em 9/8/2011)
Agora não tem jeito: os upgrades dos começos famosos de romances brasileiros, abaixo, são da lavra deste blogueiro, inspirado pelos da . Podem me culpar desta vez, só para variar.
Esses começos famosos de romances, atualizados para os dias de hoje, não são meus — são de Sean Ryan, do . Só os passei para o português e os identifiquei. Tem mais alguns (http://
A ideia inicial era fazer um post sobre Mais Estranho Que a Ficção (Rocco, 272 págs., R$ 36,90), livro de ensaios, crônicas e reportagens de Chuck Palahniuk. Mais especificamente s
Bons e bem estruturados romances podem, muitas vezes, se assentar nos mais improváveis alicerces. No caso de Liberdade, de Jonathan Franzen (Companhia das Letras, 608 págs, R$ 46,5
Uma das grandes sacadas de W. G. Sebald (sobre o qual não me canso de escrever) foi ter percebido o quão perturbadoras podem ser as fotografias muito antigas, misturadas a narrativ
Trechos iniciais de grandes livros, num vídeo que é um show tipográfico, de animação e de vozes para as versões em audiobook. A lista completa é apresentada no final.
O trabalho escolar era o seguinte: explicar um artefato tecnólogico moderno a uma pessoa que viveu e morreu antes de 1900. A estudante de ilustração escolheu o Kindle, e Charles D
Sim, pouca gente leu, mas muitos sabem que Ulisses, de James Joyce, acompanha a odisseia de Leopold Bloom por Dublin — tudo no dia 16 de junho de 1904. Vários dos lugares descritos
Depois de fazer uma bela mistureba com capas de discos e obras de arte ((http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=2015)), o usuário do Flickr resolveu imaginar as capas de álbuns
Fazia uns meses que eu estava pensando de publicar essa tira — clássica — do Calvin. Sempre me lembrava de um antigo texto de Robert Darnton, chamado Publicação: Uma Estratégia de
Não tenho culpa: o vídeo aí simula um arcade dos anos 80, e é jogado numa daquelas engenhocas típicas da época, cheias dos botonzões e alavancas. Obra do autodenominado artista mul
Vou dizer que não existe, hoje, outro autor capaz de escrever um início de romance tão preciso (é essa a palavra, exatamente) quanto o que segue abaixo — nada fácil, ao contrário d
Escritores, como se sabe, podem ser irritantemente geniosos; se também geniais, pode ser que acabem engraçados. Para ser justo, a maioria presente no primeiro volume do novo As Ent
É uma ideia: a inglesa Spinelles Classics vende livros inteiros em forma de pôster — ou, dizendo de maneira inversa, pôsteres cujos desenhos são feitos com os textos integrais dos
E que tal isto? Usuários do site catalogaram os livros a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Livros, livros old fashion, de papel. Como base, utilizaram a lista divulg
O vídeo acima foi baseado num excerto do mesopotâmico A Epopeia de Gilgamesh — não é nada, não é nada, simplesmente a narrativa mais antiga de que se tem notícia. É lá que aparece,
Cheguei às imagens desta galeria fuçando no ótimo (http://eusouatoa.tumblr.com/), Tumblr da Lívia Aguiar. São fotos do americano Thomas Allen, que recorta parcialmente imagens de c
Essa é muito boa... Visitando o site , fico sabendo que uns caras do Tumblr digitalizaram clássicos da literatura em código de barras QR (códigos de barra 2D, como aqueles de real
Esses são ótimos, estão todos documentadinhos no site . E valem a pequena resenha. 1) A Terra Gira? Não! O autor, um tal de William Westfield, argumentava — lá em 1919 — que um ex
x x Duas vezes postei ((http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=4032) e (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=4274)) músicas que, de um jeito ou de outro, foram inspiradas em
Já faz quase um ano que este blog publicou a parte 1, com capas de disco ((http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=3771)), e a parte 2, com obras de arte ((http://www.almirdefreit
Chama-se Storigami: você monta um origami e depois lê uma pequena história nele. Esta é uma das ótimas ideias da americana , que disponibiliza de graça quatro dessas coisinhas em P
Mas antes que a retrospectiva de férias comece, reproduzo meu texto sobre o filme As Aventuras de Pi, publicado (numa versão mais compacta) na edição deste mês da revista BRAVO!, p
Esse é o finalzinho de Time Enough at Last, o oitavo episódio da primeira temporada de Twilight Zone (1959), série que no Brasil se chamou Além da Imaginação e fez um bocado de suc
O mundo, como é sabido, não acabou em 21 de maio de 2011 — o evento foi remarcado. Naquele dia, publiquei aqui uma (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=7595) do Flickr com avi
Todas as fotos dessa galeria foram tiradas do , todas com o mesmo título acima. Há várias outras, mas de fotógrafos que não querem que o download seja feito. Ok, deixei lá, embora
Ano passado, fiz um (http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=9077) especulando sobre a quantidade de mulheres lendo um livro nas artes plásticas e na fotografia – por qualquer raz
Ficou boa essa nova versão em vídeo do poema Nirvana, de Charles Bukowski, feita por . É mais profissa que outros que circulam pela web faz uns tempos, mas estes outros mais simple
Para fazer a série Acess Excess, a designer e artista russa inspirou-se no ready-made e na pop art para mostrar como no mundo pós-tudo qualquer coisa está sujeita à banalização –